Sem Destino


E lá ia ele novamente, sem destino...
Perdido, desiludido e despedaçado.
Com passos tortos, em direção
àquilo que não está escrito.
Sem saber como agir ou o que pensar,
ele abraça a sua dor e deseja apenas
alcançar a calmaria.

Com o coração amargurado
e os olhos errantes, procurando por algo
que não devia ter se perdido.
Lá ia ele com a certeza estampada em sua alma.
Vivenciado cada momento
que fora deixado para trás.

Ele carrega em suas mãos
a chave daquilo que não fora revelado.
A vontade de recomeçar e vencer.
Ele tem, consigo, o anseio pelo despertar
de um sonho que jamais ousou sonhar.
Ele está disposto a se reerguer
e a enfrentar todos os seus medos.

Diego Dittrich

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