O pôr do sol


Sento-me para ver o pôr do sol à beira-mar
Observo cada raio que dele emana
Mesmo que isso ofusque minha visão

Conto os segundos entre um raio e outro
A tocar os grãos de areia inertes na praia
Que sombream outros os demais grãos

Posso sentir o vento tomar força
Leva, consigo, o que resta do calor
Os derradeiros raios de sol ainda lutam para se manter

O azul, de repente, se tornou alaranjado
Num ensaio perfeito de tempo e espaço
de repente, o alaranjado se enegrece

A luz cândida da lua toma conta da praia
Confunde-se com o fulgor das estrelas
Trazendo consigo, o frio peculiar da noite escura

Vejo, analiso, admiro e, assim, poetizo...
É a beleza da natureza e a aptidão dos sentimentos
unindo-se a um momento tão único para mim

Diego A. Dittrich

4 comentários:

  1. Que bela poesia, Diego! Me senti como se estivesse admirando o mesmo pôr do sol que você, ao descrevê-lo! Parabéns, Diego! =(^.^)=

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  2. Dii, que lindo! :))
    Fazia tempo que não acessava seu blog. Tbm, vc só divulga no Twitter e eu quase nem entro lá. Prometo vir mais vezes, tá tudo muito lindo! Parabéns, more!

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  3. Dii, que lindo! :))
    Fazia tempo que não acessava seu blog. Tbm, vc só divulga no Twitter e eu quase nem entro lá. Prometo vir mais vezes, tá tudo muito lindo! Parabéns, more!

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